• Idade: incomum em pessoas jovens, o risco de se desenvolver colelitíase (cálculo na vesícula) é 4x maior a partir dos 40 anos de idade.
  • Sexo: a pedra na vesícula é 3 vezes mais comuns em mulheres, provavelmente como resultado da ação do estrogênio sobre a bile. Após a menopausa, o risco de desenvolver pedras cai bastante, tornando-se semelhantes ao dos homens.
  • Gravidez: o excesso de estrogênio durante a gestação aumenta a saturação da bile.
  • Reposição hormonal: outro mecanismo em que o estrogênio está envolvido.
  • Obesidade: é o principal fator de risco em jovens, principalmente do sexo feminino.
  • História familiar positiva: ter parentes de 1º grau com história de pedras na vesícula aumenta em 2x o risco.
  • Rápida perda de peso: grandes perdas de peso em pouco tempo ou dietas com muito baixa caloria também são fatores de risco e estão associados ao surgimento de lama biliar.
  • Diabetes.
  • Cirrose.
  • Jejum prolongado: quanto maior o tempo da bile na vesícula, mais desidratada ela fica e maior o risco de formação de pedras. Jejum prolongado também pode causar lama biliar.
  • Medicamentos: Ceftriaxona, anticoncepcionais e fibratos são drogas que aumentam o risco de formação de pedras na vesícula.
  • Sedentarismo.
  • Doença de Crohn.
  • Anemia falciforme.